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FROT CHAT

Boa iniciativa do leitor FROTTER BRO. Ele abriu uma sala no chat do UOL, destinada a reunir adeptos do frottage e gouinage.

ACESSE


GOUINAGE NA TV

Trecho do programa Documento Verdade, da Rede TV.

MAIS UMA POLÊMICA

Conheça homens que transam com homens, mas não se consideram gays


  • Para alguns homens, o desejo por outro homem não muda a orientação sexual
O arco-íris da sexualidade humana tem muito mais do que sete cores. Entre a heterossexualidade e a homossexualidade, existem tantas nuances quanto desejos. No meio desse caminho, estão os HSH (homens que fazem sexo com homens). São homens que gostam de transar com outros, porém não se consideram gays.

"Nunca consegui me imaginar de mãos dadas ou trocando carinhos. Sexo com homem é grosseiro, por isso é só sexo", diz Antônio* (nome fictício), 40, corretor de seguros, que se identifica como hétero. Pai de um menino de cinco anos, ele já foi casado e namora apenas mulheres. "Nunca conseguiria me relacionar afetivamente com um homem, tenho 101% de certeza, curto apenas a putaria na cama", fala, negando qualquer hipótese de que poderia ser um homossexual enrustido.

SOBRE NOVOS RÓTULOS

O novo rótulo não importa. Importante é o conceito
O mundo está ficando mais complexo e também mais divertido
Pedro Marcos Roma de Castro
O mundo da sexualidade masculina foi invadido por mais uma categoria de comportamento, justo onde antes havia a falsa e aparente tranquilidade de que apenas três instâncias hetero, bi e homo seriam suficientes para marcar toda a diversidade comportamental dos homens cis.

O incrível é que muitas pessoas se chocam não pelo conceito e/ou pelo ato/comportamento em si, mas ficam indignadas, pelo simples fato de um grupo abrir espaço para mais um componente dentro da sexualidade.

Como assim? Que loucura é essa! Não existe uma quarta dimensão, isso é apenas um grupo que não quer para si, o rótulo gay. Mas o fato é que existe sim (sempre existiu!) acontecia apenas que eles não tinham um nome para chamar de seu, ou seja, não tinham direito a uma identidade.

As pessoas esquecem que os atuais rótulos consagrados, hetero, bi e homo, um dia também não existiram, alguém os criou. Por exemplo, o termo homossexual foi criado por Karl-Maria Kertbeny, em 1869 – possui 146 anos de existência, muito pouco tempo, tomando-se a perspectiva da história da humanidade.

Da mesma forma, antes de Karl-Maria o comportamento homossexual não existia? Claro que sim, ele existia, apenas faltava o conceito. A mesma perspectiva histórica acontece hoje com o termo g0y que causa tamanha estranheza a tantos. (CONTINUA...)

MAIS LENHA NA FOGUEIRA PRA DISCUSSÃO

Bro-job e o sexo entre homens heterossexuais

Direto de IG/Deles

Em livro, pesquisadora propõe reflexão sobre a sexualidade dos homens hetero e afirma: ela está ficando mais fluida e complexa, e não pode mais ser entendida apenas sob a luz do binômio hetero-homo


Uma mulher que faz sexo com outra não é necessariamente identificada como gay ou bisexual. Então por que nao é assim com os homens? A resposta para essa pergunta está longe de ser simples, mas no livro “Not Gay: Sex Between Straight White Men”, recém lançado nos Estados Unidos, a pesquisadora Jane Ward explora o universo dos rituais masculinos de identificação e pertencimento, como trotes e iniciações, para tentar entender melhor a complexidade e a fluidez da sexualidade masculina para além do binômio “hetero-homo”.
Alguns pesquisadores da sexualidade humana argmentam que os desejos sexuais femininos tendem a ser mais fluidos e receptivos, enquanto os masculinos – independente do fato de serem ou não gays – tendem a ser inflexíveis e imutáveis. Esta noção permeia a cultura popular e fica evidente em frases como “Não existe ex-gay”ou “Eu sou espada”. Enquanto isso, beijos e carícias públicas entre mulheres hetero pipocam no noticiário de celebridades – Katy Perry, Madonna e J-Lo, para citar algumas – sem que se levante dúvida alguma sobre a preferência sexual delas.
Para Ward, que é professora do departamento de estudos sobre gênero e sexualidade da Universidade da California (EUA), esse desejo latente para o jogo homossexual na cultura entre “brothers”(irmãos) geralmente é visto de forma menos explícita.
“Estou chamando a atenção para a maneira com que os homens heterossexuais excepcionalizam o próprio comportamento homossexual como uma maneira de torná-lo invisível”, contou a autora em entrevista à revista Next.
Ela cita como exemplo a franquia Jackass, na qual homens assistem pornografia e se masturbam juntos, e por vezes tocam pênis, nádegas e ânus dos amigos. No Jackass, esses comportamentos são encarados como uma brincadeira entre “brothers”, um trote, algo que aconteceu quando todos estavam bêbados, algo que não é sexual porque não foi feito entre homens gays – embora todos eles concordem que o mesmo comportamento seria um comportamento homosexual se envolvesse dois homens gays.
Dos trotes e rituais de iniciação, onde calouros têm de segurar o pênis dos colegas novatos, numa espécie de cabo-de-guerra, aos anúncios online de homens hetero à procura de outros homens hetero para sexo casual, Ward examina esse mundo e propõe que a verdadeira razão pela qual homens hetero se comportam dessa maneira é para reafirmar o próprio gênero e a própria opção sexual, em vez de desafiá-la. Em outras palavras: de uma forma inconsciente, eles fazem isso para provar que não são gays. E você, concorda com ela? Vote na enquete.

G0YS NA TV

Discussão sobre o movimento g0y, que aconteceu no Superpop, programa da RedeTV.
Confira os principais vídeos:

Eles curtem homens, mas não se consideram gays


G0ys beijam na boca e vão além


Conceito de g0ys confunde


Líder do movimento g0y lista diferenças entre gays e g0ys


O que é um Bromance?


Os demais vídeos do programa estão na PÁGINA DO SUPERPOP.

Já falamos muito mais sobre o movimento g0y AQUI.

Saiba mais em muitas postagens interessantes no blog BRASILGZEROY.

Veja também a página http://heterogoy.webnode.com com muitos canais para discussão.

OPINIÃO DO BLOGUEIRO
Nós não nos consideramos parte do movimento g0y, mas temos leitores do blog com todo tipo de opinião e ponto de vista. Concordamos com algumas posições do movimento, discordamos de outras e a discussão é 100% válida.
Tentamos evidenciar aqui as preferências na prática sexual, com ênfase na prática do frottage, sendo irrelevante como cada um se classifica.
Mas defendemos e concordamos que todas as opiniões são saudáveis.
E você? O que pensa sobre o assunto?

BLOG VISUAL 2015

Nossa tradicional mudança de aniversário pra não entediar o leitor nos traz pra 2015:

Informação dos últimos tweets:














Barra de pesquisa mais visível e espaço que exibe os últimos comentários das postagens:














Agora você dá notas para as postagens:

Um novo modelo de chat, escondidinho como sempre no canto inferior direito e que se expande ao ser acionado. Talvez permaneça, talvez volte o modelo do Chatango, que é mais simples e prático.

A FrotBox, onde os leitores até interagem mais do que no chat em tempo real permanece á direita.

Além de tudo isso, temos um cabeçalho novinho e os tradicionais links revisados no rodapé da página.

Gostou? Não gostou? Comenta.




MUNICHJACKS

Se estiver viajando pela Alemanha, aproveita. LINK.
E quando será que teremos clubes oficiais de punheta no Brasil???


A POLÊMICA DOS GAYS CUCARACHA

Sobre a polêmica do casal gay na novela mexicana Sortilégio exibida no Brasil pelo canal SBT que você leu AQUI, a emissora diz:

    Os atores Julián Gil e Marcelo Córdoba (de costas) em cena de “Sortilégio”


RIO — A dublagem de “Sortilégio”, novela exibida há um mês na faixa das 16h no SBT, vem trocando diálogos inteiros dos personagens Ulisses (Julián Gil) e Roberto (Marcelo Córdoba), que na trama são bissexuais e têm um romance, mas fingem ser apenas bons amigos. Além disso, sequências com troca de olhares e carícias da dupla estão sendo suprimidas na edição da novela.
Procurado, o SBT diz que a edição necessita adequar a novela para o horário porque senão a novela corre o risco de ser reclassificada e retirada do ar. Ainda segundo a emissora, cenas picantes de héteros também são editadas. “Nenhuma cena de amor vai ao ar na íntegra neste horário”, diz a emissora.
Fonte: O globo


Bem, o capítulo em que ficava claro que eles tão se pegando foi ao ar e não deixou dúvídas ao telespectador. Houve o corte de um trecho da cena, mas ela não foi por inteiro suprimida.

Capítulos sem cortes e em áudio original AQUI.


REALITY SHOW G0Y

Direto de Brazilpost.

"Meu marido não é gay", um reality sobre homens que curtem homens mas "não são gays"

Em janeiro de 2015 o mundo vai conhecer a versão mórmon dos g0ys, ou alguma coisa assim...

"Meu Marido Não é Gay" é um reality sobre um grupo de homens mórmons que se dizem atraídos por homens, mas escolheram casar com mulheres. Detalhe: elas tem plena consciência disso.

Segundo o site The Wrap, o programa vai contar a rotina de três casais que vivem nesaa situação, e os encontros de um solteiro chamado Tom que vai contar seu 'segredo' para as pretendentes.

No trailer acima divulgado nessa sexta (19), é possível conhecer um pouco dos personagens e ficar chocado com frases inacreditáveis, como: "Eu gosto de dizer que eu escolhi uma alternativa para um estilo de vida alternativo", ou ainda "Eu curto homens, mas não curto homens".

Entendeu?! Nem eu.

"My Husband's Not Gay" estreia em 11 de janeiro pelo canal TLC na TV americana.

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G0YS

Já reproduzimos aqui VÁRIOS textos acerca do movimento G0y, apesar de nosso blog não se definir assim. Mas temos em comum o fato de não valorizarmos o sexo anal. Aí vai mais um ponto de vista.

Do Jornal de Brasilia:


G0ys: homens que se relacionam com homens, mas sem contato sexual

Apesar de dividir opiniões, o grupo tem atraído adeptos e alguns de seus militantes mais ativos vivem em Brasília Ludmila Rocha
ludmila.rocha@jornaldebrasilia.com.br


Eles idolatram a masculinidade e se relacionam com pessoas do mesmo sexo, a quem chamam carinhosamente de “brothers”. Gays? Não. G0ys (ou gØy, g-zero ou g-y). A substituição do “a” pelo zero é proposital, mas não visa negar tudo o que pertence ao universo gay, apenas a prática do sexo “a”nal. A interação com outros homens se restringe a amassos e “brincadeiras”, como dizem. Apesar de dividir opiniões, o grupo tem atraído adeptos e alguns de seus militantes mais ativos vivem em Brasília.

(CONTINUA...)

HUMORISTAS FAZEM PIADA COM OS G0YS

Nada contra o humor, mas a letra não é engraçada.


NÃO É POR CURTIR HOMENS QUE EU...

Atenção aos 50 segundos...

G0YS: REPERCUSSÃO E PIADA

Movimento "g0y" chega às páginas de O Globo:


"É UM MODISMO', DIZ ATIVISTA LGBT SOBRE O MOVIMENTO DOS G0YS"

Dois homens podem se abraçar, se beijar, se masturbar juntos e até praticar sexo oral eventualmente, mas isso não significa que eles são gays. Assim pensam os g0ys, um grupo surgido nos EUA em meados da primeira década dos anos 2000 e que vem expandindo sua filosofia com muitos adeptos no Brasil. No Facebook, o grupo "Espaço g0y e afins" tem mais de 640 membros.

O site brasileiro “Heterogoy” deixa muito claro que g0y não é gay e explica que “é um heterossexual mais liberal, que não faz sexo com homens, apenas faz brincadeiras sacanas, desde que nesses contatos não ocorra a penetração”, que os participantes do movimento acreditam ser “degradante”. “O termo g0y serve para designar homens que não praticam sexo anal com outros homens”, ressalta outro trecho do site brasileiro.
O grupo, porém, causa polêmica principalmente entre os integrantes do movimento LGBT. Alguns ativistas, como o antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, acreditam que a criação de novas categorias de gênero acaba tirando o foco da luta pelos direitos dos homossexuais.
- Toda diversidade sexual deve ser respeitada. Porém, num país onde um gay ou travesti é assassinado a cada 21 horas, inventar “trocentas” novas identidades de gênero desestrutura o movimento afirmativo dos homossexuais, que ainda estão lutando pela sobrevivência - afirma Mott. - Acho interessante a exploração da sexualidade, mas prefiro estimular que os g0ys se afirmem como gays.
Para o antropólogo, acreditar que só é gay quem pratica sexo anal é um equívoco.

(...) CONTINUA



E o KibeLoco não perde a piada:




SEXO NEUTRO? LÁ VEM UMA NOVA DISCUSSÃO...

Direto do iGay.


Jovem do sexo neutro: “Não sabia se eu era

 homem ou mulher”


Novo gênero surge como opção para identificar as pessoas que não se encaixam nem com o masculino nem com o feminino. Jovem paulistano Purin conta como se descobriu um neutro.



No início deste mês de abril, a Suprema Corte da Austrália reconheceu os ‘neutros’, pessoas que não se identificam nem como homem nem como mulher. A Justiça australiana tomou essa decisão depois de ser acionada por Norrie, que nasceu homem e fez uma cirurgia de mudança de sexo para se tornar mulher, mas que não conseguiu se encaixar no escaninho ‘feminino’. Do outro lado do hemisfério, na Índia, o Supremo Tribunal reconheceu na última terça-feira (15) a existência de um terceiro gênero só para os transexuais.
Junto a outras sentenças de tribunais ao redor do globo, essas duas decisões evidenciam que o padrão binário feminino e masculino já não dá conta de encaixar as identidades sexuais existentes. A professora de inglês Purin, 20, percebeu este desencaixe logo na infância.
“Quando eu era menor, lembro-me de pentear os cabelos da minha mãe e pensar que eu queria ser mulher porque só elas tinham cabelos grandes, roupas bonitas e coloridas. Conforme fui crescendo, descobri que homens também podiam fazer essas coisas, mas eram vistos pela sociedade de uma forma pejorativa, como um homem tentando ser mulher. Tudo passava pela minha cabeça em meio a uma confusão mental sem igual, porque não sabia se eu era homem ou mulher”, relata Purin, que nasceu biologicamente com o sexo masculino.



G0YS - ENTENDA MAIS UM POUCO

Saiba mais sobre a filosofia g0y direto do blog Somos G0ys.



O conceito de g0y (escrito com um zero no lugar do “a”  da palavra gay) é um termo que  nasceu propriamente nos Estados Unidos em contraposição aos valores e ao comportamento efeminado gay. A palavra g0y ou g-y também é associada a geração Y, a geração da internet, mais desencanada e liberal. Mas de forma crucial a palavra g0y escrita com o zero, marca ao mesmo tempo a negação e o ponto comum que a define: pois com esta escrita o termo g0y identifica sempre, homens que não praticam sexo anal com outros homensOs homens g0ys geralmente não são afeminados, prezam pela masculinidade e negam esse ponto específico do mundo sexual gay: por isso do zero

Esse é o ponto central. Trata-se de um movimento Hetero liberal mas que foi se espalhando, e mesmo sendo hetero em sua essência e em sua maioria, teve a adesão de “homos”, SIM, especialmente os manos menos afeminados, os mais "ativos, os mais  machos” ou que por algum motivo, também, não se identificam com a cultura e os valores gays e se sentem mais masculinos.  O movimento em prol da liberdade e de preservação da masculinidade foi crescendo, crescendo... e se espalhando pelo mundo.

 Hoje o conceito g-zero-y é visto até como uma quarta identidade sexual, seria para muitos umaopção além do Hetero, do bisex e do homo. Convém lembrar que o termo serve apenas para homens, não há mulher g0y. E no sentido do exclusivamente masculino e do não homopenetrativo, tem-se desta forma que, se um macho g0y transa com mulher ele é  heterossexual ou se quisermos ser mais precisos é um Heterog0y (Str8-g0y), um homem hetero liberal ou moderno em contraposição ao hetero tradicional (HT). 
 Se ele não faz anal e os "amassos" são apenas com homens ele é um g0y puro, e nesse caso, é comum também o uso de outros termos como assexuados, gouines - usado notadamente na França; casi-gays (quase gays), e outros..., é um pouco mais difícil nominá-los, isso em referência ao fato que 'tecnicamente” não fazem sexo nem com homens, nem com mulheres  (sendo o sexo entendido como  penetração). Só convém pontuar, enfim, que mesmo nestas duas vertentes  g0ys, todos são brothers, OK. Não há homofobia, neuras, preconceito ou separação. É somente questão de conceito e principalmente uma ética própria de machos, uma ética masculina.

Por fim. A perspectiva g-zero-y, é também uma visão onde não importa os desejos, mas sim o comportamento,  conta o que se faz, onde o ato sexual é a penetração e o resto não é sexo, são ‘brincadeiras, sarro, preliminares’ ou qq outro nome que se queira dar.  O que importa é que a não prática do sexo anal no lado da homo-orientação transforma-se em um grito de resgate do masculino e no lado hetero é simplesmente um grande grito de liberdade. Como os próprios g0ys dizem, zero é um Hetero fora da prisão!!


Agradecemos ao blog Somos G0ys pela postagem a respeito do nosso blog AQUI.



SER GOUINE

Até que enfim um texto interessante sobre sexo sem penetração e com opinião de especialistas.

Saiu no UOL/Mulher e GAY1

E a matéria cita o grupo Gouinage-SP.

Nem ativos nem passivos. "Gouines" são gays que não curtem penetração

  • Gouine é o termo francês usado para se referir às lésbicas e foi adotado para classificar homens que se relacionam com outros homens, mas não gostam de penetração -ou, simplesmente, gouinage
No mundo homossexual, há os que se dizem passivos (têm prazer ao serem penetrados), os ativos (que curtem penetrar) e os versáteis (que praticam os dois papéis na cama). Mais recentemente, tem surgido nas redes sociais e nos aplicativos de "pegação" um grupo de gays que se autodenomina de "gouine".

O termo, em francês, é usado para se referir às lésbicas e foi adotado para classificar homens que se relacionam com outros homens, mas não gostam de sexo anal –ou, simplesmente, "gouinage".
Desde o final da década passada, a prática vem sendo abordada em reportagens publicadas por revistas de temática gay na Europa. No Brasil, os primeiros grupos de "gouines" começam a se formar. Um deles está no Facebook, o Gouinage SP, que foi criado recentemente pelo autônomo Sergio Akio, 40. O espaço virtual serve para quem curte esse tipo de relação sexual conhecer seus pares.

FROT-ARQUIVO

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